Ministério da Saúde esclarece que Mpox não é motivo para pânico
Em publicação nas redes sociais, o Ministério da Saúde informou que não há motivo para pânico em relação à Mpox, pois o Brasil conta com estrutura diagnóstica, protocolos de manejo clínico e monitoramento ativo da situação epidemiológica.
Para os médicos emergencistas e demais profissionais das emergências, a ABRAMEDE RS reforça:
1. O diagnóstico precoce é essencial. Febre, dor no corpo, cefaléia, linfadenomegalias e, principalmente, lesões de pele entre um e três dias após os sinais e sintomas sistêmicos que evoluem para crostas devem acender o alerta.
2. As lesões podem ser confundidas pelas causadas por varicela ou sífilis, e a principal diferença é a evolução uniforme.
Orientação técnica protege profissionais e pacientes
O Ministério da Saúde disponibiliza documento atualizado com medidas de prevenção, controle, diagnóstico e tratamento voltadas a trabalhadores da saúde e gestores. Está disponível em:
gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/m/mpox/protocolos/mpox-orientacoes-tecnicas-para-a-assistencia-a-saude/view
Destacamos orientações importantes para equipes assistenciais deste documento:
Durante o atendimento de casos suspeitos, prováveis ou confirmados de Mpox, os trabalhadores de saúde devem seguir, além das medidas de precaução padrão, medidas para contato e gotículas.
Devido ao risco de transmissão da doença, destaca-se a necessidade de manter esses casos em ambientes isolados e notificar imediatamente à vigilância epidemiológica, além de realizar exames laboratoriais para confirmação diagnóstica.
A atuação qualificada na porta de entrada do sistema, especialmente nos serviços de urgência e emergência, é determinante para garantir segurança assistencial e controle epidemiológico.
Informação baseada em evidência científica é a melhor ferramenta contra a desinformação. Seguimos atentos, técnicos e comprometidos com a saúde da população gaúcha.
